JORNET - Jornal Escolar AEJMS
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Entrevista à professora e autora Dina Barco

Mai/2019 por EBJMS - 5ºC



Dina Barco, professora de Português e de Inglês na nossa escola, é também autora do “Diário de Sara, a Verde”, livro lido em sala de aula, no âmbito da atividade “TOCaLER+”. Como trabalhámos a entrevista, decidimos convidá-la e entrevistá-la para a conhecer melhor.


  1. Como surgiu a sua paixão pela literatura?

    Quando era pequena, porque tive a sorte de ter quem me contasse histórias e isso despertou, desde cedo, o meu gosto e interesse pelos livros.


  2. Com que idade começou a escrever?

    Escrevi a minha ‘primeira obra’ com nove anos de idade. Foi uma aventura inspirada nos livros da Enid Blyton, que eu descobri por essa altura.


  3. Como decidiu ser escritora?

    Foi sempre um sonho que tive, embora não soubesse muito bem se ser escritora poderia ser uma profissão.


  4. O que dizia que gostava de ser quando era pequena?

    Como todas as crianças, gostava de ser muita coisa: hospedeira, pediatra, professora…


  5. Qual é o seu ídolo na literatura?

    Tenho muitos, mas, quando me fazem esta pergunta, lembro-me logo de um escritor moçambicano que aprecio imenso: Mia Couto.


  6. Qual é o seu tipo de livro favorito?
    Prefiro romances e ficção.


  7. Prefere ser escritora ou professora?

    Eu adoro ser professora e esforço-me para ser uma boa professora, mas nesta altura da minha vida, se pudesse escolher, gostava de ter mais tempo para a escrita...


  8. Qual é a disciplina de que mais gosta: Português ou Inglês?

    Prefiro ser professora de Português, porque gosto muito da nossa língua e identifico-me mais com esta disciplina.


  9. Enquanto professora de Português, o que gosta mais de ensinar?

    O prazer de ler, a leitura e a compreensão. Gosto de ajudar os alunos a descobrirem o encanto que há nos livros.


  10. Gosta de trabalhar nesta escola?

    Sim, gosto de trabalhar nesta escola.


  11. Quantos livros já publicou?

    Já publiquei três: “Diário de Sara, a Verde”, “Diário de Sara (Quase irmã)” e “Rainha do Nada”, um livro de poesia, em parceria com o ilustrador José Nova.


  12. Já escreveu alguma peça de teatro?

    Não, ainda não, mas gostava. Pertenço ao Clube de Teatro, aqui na escola, e já fiz adaptações de textos de outros autores para os dramatizarem.


  13. Gostava de ver algum dos seus livros representado?

    Sim. Embora sejam diários, já fui surpreendida com a representação de alguns excertos do primeiro diário, pelos membros do Clube de Leitura que a Biblioteca Municipal de Setúbal organiza todos os anos.


  14. Quanto tempo demora a escrever um livro?

    Nunca contei o tempo, mas o “Diário de Sara, a verde” demorou alguns meses, menos de um ano.


  15. Qual foi o livro que demorou mais tempo a escrever?

    O livro que demorou mais foi o “Diário de Sara, a verde”.


  16. Dos livros que escreveu, qual é o seu preferido?

    Gosto de todos. Cada livro é um pouco como se fosse um filho nosso e não se consegue escolher um!


  17. Gosta mais de escrever para crianças, jovens ou adultos?

    Só escrevi para jovens e crianças.


  18. Os seus livros são baseados na vida real?

    Sim, algumas situações são baseadas na vida real. Há episódios que aconteceram mesmo nas minhas aulas, com os meus alunos…


  19. Vai haver um terceiro “Diário de Sara”?

    Ainda não sei, mas acho que os leitores não sentem necessidade de saber mais sobre a Sara.


  20. O que gosta de fazer nos seus tempos livres?

    Gosto de ler, de viajar, de caminhar e de estar próxima do rio Sado.


  21. Gosta mais de ler livros ou de vê-los em filme?

    Prefiro ler os livros.


  22. Já recebeu algum prémio pelo que escreveu?

    Sim, já recebi um prémio por um conto que escrevi, há muitos anos. No ano passado, ganhei dois concursos pelas letras das Grandes Marchas de Lisboa e de Setúbal.


  23. Pensa escrever um novo livro?

    Sim, se for possível, porque implica tempo e despesas.


  24. O que deseja para o seu futuro como escritora?

    Gostava de poder dedicar-me apenas a escrever, porque tenho muitas ideias na cabeça mas falta-me o tempo para as pôr no papel.



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